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GuiasComo fazer o controle de carga?

Camada 2 · As métricas externas

A carga UA é útil para tendências globais, mas para programar um exercício concreto o coach precisa de números reais — quilos movidos, minutos de trabalho, quilômetros percorridos. O TrainerStudio expõe estas métricas em paralelo à carga interna (UA):

MétricaQuando se aplicaComo é calculada
Tonelagem (kg)Modo reps com cargaseries × reps × kg
Minutos totaisQualquer modoSoma dos minutos de trabalho
Distância (km)Modo distânciaSoma da distância percorrida
Reps totaisModo repsSoma das repetições (NL — Number of Lifts)

Estas métricas não se misturam entre si nem com a UA. Cada uma vive na sua escala natural. O coach as consulta quando precisa ajustar um parâmetro físico concreto: se quer subir volume de tonelagem em pernas, olha a tonelagem; se quer garantir 30 km semanais na corrida, olha a distância.

Por que elas são críticas na força máxima

A Camada 2 é indispensável para a força máxima. Um set de 1RM ocupa pouquíssimo tempo ativo e por isso traz pouca UA, mas o seu impacto neural é enorme. O coach que programa força máxima deve ler sempre a UA junto à tonelagem e à intensidade relativa (% 1RM ou RPE 9-10).

É o exemplo mais claro de por que o modelo tem várias camadas: olhar só a UA subestimaria uma sessão de força máxima, e olhar só a tonelagem subestimaria uma sessão metabólica de alta intensidade. As duas camadas juntas dão a imagem real.

O que ler depois

Para entender por que o 1RM sai baixo em UA (e como os minutos se repartem por modo de carga), volte a Camada 1 · A carga interna (UA). Para ver os contrastes na prática, experimente a calculadora.

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