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GuiasComo fazer o controle de carga?

Como fazer o controle de carga?

O controle de carga é a ferramenta que permite quantificar o esforço de um treino para poder compará-lo, somá-lo e monitorá-lo ao longo do tempo. Ele responde às perguntas que um coach se faz toda semana: este cliente está acumulando demais? A progressão está estável? O treino da semana passada foi parecido com o de um mês atrás?

O TrainerStudio adota a abordagem usada hoje no esporte de elite: não uma única métrica universal, mas três camadas complementares que juntas dão uma visão completa. Este guia explica cada camada separadamente e como lê-las em conjunto.

O modelo de três camadas

Diagrama das três camadas: Camada 1 carga interna (UA) para comparar sessões, Camada 2 métricas externas para programar volume, e Camada 3 indicadores derivados (ACWR, monotonia, strain) para risco, marcada como em breve

As três camadas não competem: são lidas juntas. A UA resume, as métricas externas concretizam e os indicadores derivados avisam do risco.

CamadaO que medePara que serve
1. Carga interna (UA)Esforço percebido globalTendências semanais, comparar sessões
2. Métricas externasTrabalho físico concretoProgramar, ajustar volume específico
3. Indicadores derivadosRisco e variabilidadeDecidir descargas, prevenir lesões

Nenhum número isolado responde sozinho à pergunta "como está indo este cliente?". As três camadas são lidas juntas.

Como este guia está organizado

O guia tem duas partes. Se o que você quer é colocar em prática, comece pela parte prática; se quer entender por que os números são como são, vá para a parte do modelo.

Como usar o controle de carga (prática)

Como funciona (o modelo)

Se é a sua primeira vez, o caminho rápido é: configure os seus exercícios → (se houver cardio) preencha o perfil do cliente → leia a página de carga.

Referências

O modelo se apoia na literatura científica de monitoramento de carga de treino:

  • Foster, C. (2001). Monitoring training in athletes with reference to overtraining syndrome. Medicine & Science in Sports & Exercise.
  • Banister, E.W. (1991). Modeling elite athletic performance. Em Physiological Testing of the High-Performance Athlete.
  • Gabbett, T.J. (2016). The training-injury prevention paradox: should athletes be training smarter and harder? British Journal of Sports Medicine.
  • Halson, S.L. (2014). Monitoring training load to understand fatigue in athletes. Sports Medicine.
  • Impellizzeri, F.M. et al. (2019). Internal and External Training Load: 15 Years On. International Journal of Sports Physiology and Performance.
  • Helms, E.R. et al. (2017). RPE and Velocity Relationships for the Back Squat, Bench Press, and Deadlift. Journal of Strength and Conditioning Research.

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